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Páscoa no Judaísmo


Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. 

Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. 
Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

A Bíblia institui a celebração do Pessach no livro de Êxodo:

E este dia vos será por memorial, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; através das vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.E este dia vos será por memorial, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; através das vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” (Êxodo 12:14)

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1 Comentário

  1. Charles Netto disse:

    Valeu por mais este esclarecimento sobre a Páscoa no Judaísmo, que tem uma pouco as suas características e significados bem diferencias pois um vê segundo a Lei e Outro pela Graça, mas os dois fato são muito importantes por se autocompletarem sendo impossível sua dissociação, pois os dois estão dentro do Plano de Deus e assim se cumpriu pela sua soberana vontade, agradecido mesmo assim, ok!

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